Devaneios

Sabe quando você fica viajando na maionese no meio de uma aula e de repente se dá conta que não captou o que a professora estava falando? Ou quando você parece estar sonhando acordado enquanto fica imaginando mil coisas? É disso que vamos falar hoje! O devaneio é um estado mental no qual você pensa em coisas que não tem necessariamente a ver com o que você estava fazendo antes de começar a viajar na maionese ou com o ambiente à sua volta. Várias atividades mentais podem ocorrer durante um devaneio. Por exemplo, você pode ficar imaginando ideias sem pé nem cabeça, planejando ações futuras ou relembrando eventos passados. A mente devaneia e devaneia muito. Pra ser mais exato, tendemos a nos envolver com devaneios durante cerca de metade do tempo em que estamos acordados. Essa foi a conclusão de cientistas que acompanharam o dia a dia de várias pessoas por alguns dias. Os mesmos cientistas também perceberam que as pessoas relataram se sentir menos felizes enquanto suas mentes vagavam, o que pode indicar que ficar tanto tempo absorvido pela própria imaginação pode ser ruim para muitas pessoas. O devaneio se relaciona com o funcionamento da rede de modo padrão. Esse é o nome de um conjunto de áreas cerebrais que costuma ficar mais ativo quando não estamos focados em algo. Algumas das áreas dessa rede neural são o córtex parietal medial, o córtex pré-frontal medial e os lóbos temporais mediais. Quando estamos mais engajados em uma tarefa, como jogando um jogo, áreas como essas tendem a apresentar menor atividade. Vagar de ideia em ideia na sua mente pode permitir que você pense de forma mais livre e que faça conexões não usuais entre ideias. Alguns estudos realmente encontraram uma relação entre devaneio e criatividade. Um estudo inclusive indicou que o devaneio se relaciona com processos cerebrais semelhantes aos da imaginação e criatividade. Talvez então o devaneio seja uma das bases cognitivas naturais do cérebro para criar ideias inovadoras. Apesar dessa boa notícia, alguns dados indicam que o funcionamento da rede de modo padrão tende a ser diferente em pessoas diagnosticadas com TDAH, esquizofrenia e autismo. A mente de alguém com TDAH tende a vagar muito mais do que a maioria das pessoas, por exemplo. Então embora o devaneio seja algo natural e não necessariamente prejudicial, devaneios excessivos ou ficar fritando mentalmente em torno de memórias desagradáveis, como ocorre frequentemente em pessoas com depressão, pode fazer mal. Saiba mais aqui.

Por isso, aqui vão algumas dicas sobre como lidar melhor com devaneios. A primeira dica é: se suborne! As chances de você se distrair em uma tarefa são menores caso você tenha se prometido uma recompensa muito boa quando terminar. O estresse estimula mudanças hormonais que dificultam o controle cognitivo, então uma forma de conseguir domar os seus devaneios durante uma tarefa é se desestressar. Exercícios de controle da respiração podem ser muito úteis. Outra dica é treinar a sua mente para ter devaneios sobre as coisas certas. Se você responder com frequência perguntas sobre o assunto que você precisa estudar é mais provável que seus próximos devaneios sejam sobre o assunto das perguntas. Um estudo indicou que alunos que faziam isso de 5 em 5 minutos durante uma aula entediante reteram mais informações da aula. Responder perguntas de um teste também é uma das melhores técnicas de estudo. A meditação também pode ajudar a enfrentar devaneios. Estudos com meditadores de longo prazo demonstraram que partes da rede de modo padrão do cérebro tendem a ser menos ativas nessas pessoas. Quando um devaneio surge, essa diferença cerebral pode facilitar o controle do devaneio e a retomada do seu foco em uma tarefa. Os seus devaneios também podem ser manifestações de alguma condição psicológica mais debilitante. Por isso, caso você ande tendo muitos problemas com devaneios, recomendamos que você busque por indicações de bons profissionais na sua região para realizar uma avaliação psicológica e assim entender melhor o que está acontencendo com você.
https://amenteemaravilhosa.com.br/transtorno-de-devaneio-excessivo/

O que é Dissonância Cognitiva

As pessoas costumam gostar de ver consistência entre os seus pensamentos, sentimentos e comportamentos. Quando está tudo consistente, está tudo bem, mas quando alguma inconsistência é percebida, como alguém que fuma sabendo que isso lhe fará mal, a dissonância cognitiva dispara e o clima fica pesadão.

A dissonância cognitiva é um desconforto que você vive quando percebe uma inconsistência entre suas cognições ou ações.Você pode ter duas idéias na cabeça que não casam muito bem ou se comportou de um jeito incoerente com suas crenças. Muita gente fuma cigarro, por exemplo, mesmo ouvindo de toda parte que faz muito mal à saúde. Por que alguém continuaria fazendo algo ruim pra si mesmo e que aumenta as suas chances de desenvolver várias doenças? Se você se considera alguém que toma boas decisões, sabe que cigarro faz mal e mesmo assim fuma, volta e meia a dissonância deve bater na sua porta, já que assim haveria uma inconsistência lógica entre sua visão de que é alguém que toma boas decisões e também é alguém que consome algo que faz muito mal.

Como é desconfortável sentir um desconforto, a nossa tendência é tentar reduzir a dissonância cognitiva rapidinho e na maciota. Que nem quando você sente o desconforto da fome e vai procurar comida? Mais ou menos por ai. Existem três formas básicas de reduzir essa agonia dilacerante conhecida como dissonância: você pode mudar o comportamento discrepante com a cognição, mudar a sua cognição dissonante ou adotar uma nova cognição para justificar o seu comportamento. No caso do cigarro, a decisão mais racional seria parar de fumar, mas sabemos que essa não é a decisão tomada por milhares de pessoas. Já falamos antes sobre como seres humanos tem muito mais fama de racionais do que fazem por merecer. Na hora de fumar um cigarro, a criatividade da mente humana costuma dar de 10 a 0 na racionalidade.

Se você acha que as pessoas tendem a preferir criar justificativas para o seu hábito de fumar do que parar de fumar você está redondamente… Certo! Como as pessoas amam justificar suas ações, né? Algumas cognições úteis nessa hora são: “eu não fumo tanto”, “mas é bom, me deixa relaxado”, “as pessoas exageram os prejuízos”, “eu compenso comendo bem e fazendo exercícios físicos”, “tem muita gente fumando que não está morrendo”. As possibilidades são quase infinitas, tem justificativa pra todo gosto, tamanho e necessidade. Quanto mais viciada a pessoa for e mais tiver tentando sem sucesso parar de fumar, mais justificativas vão sendo forjadas para manter tudo em harmonia dentro da cabeça da pessoa. Formular justificativas convenientes pode parecer ruim, mas na verdade isso pode ajudar a lidar com frustrações. Se você está tendo problemas com esse tipo de assunto entre nesse link.

Isso fica claro no viés de impacto que é a nossa tendência de achar que o nosso sofrimento em uma situação negativa futura será muito maior do que realmente acaba sendo. Nessas horas, a dissonância costuma dar uma boa forçinha, mas como ela é um processo mais inconsciente, quase nunca nos damos conta ou lembramos que ela nos socorrerá rapidinho. Talvez você sofra mesmo por muito tempo depois de ter ido à uma entrevista de emprego dos seus sonhos e não ter ganhado o emprego. Mais provável é que você distorça os acontecimentos para diminuir a dissonância e se sentir bem consigo mesmo, culpando o entrevistador pela sua reprovação ou concluindo que você nem queria aquela vaga mesmo. A dissonância também pode te ajudar a agir de forma mais racional. Ao invés de tentar lidar com o desconforto recorrendo a justificativas quase automáticas na sua cabeça, você pode tentar perceber que cognições ou comportamentos estão conflitantes e o que seria mais inteligente fazer. Por exemplo, se você acredita que devia estar se exercitando regularmente, mas você quase nunca age assim, isso pode lhe trazer uma dissonância cognitiva, já que você não está fazendo o que acha que devia estar fazendo. Ao perceber isso, você pode mudar o seu comportamento de propósito e começar a praticar mais exercícios aos poucos ao invés de sair correndo atrás de  alguma justificativa que te ajude a se conformar com o seu sedentarismo. É muito fácil e conveniente se convencer de que você não tem tempo para essas coisas, prefere ficar em casa assistindo Netflix ou que você vai começar semana que vem, difícil é tomar a iniciativa de cuidar da sua saúde por mais racional que isso seja. Muitos vão se dar por satisfeitos depois que acharem uma justificativa conveniente para o próprio comportamento mesmo que ele seja prejudicial. Por isso, quando tiver a sua próxima dissonância cognitiva e sentir o impulso de aceitar qualquer justificativa barata, se esforce em dobro para que a sua racionalidade fale mais alto.
psicologaemcuritiba.com

Explicando a Consciência.

Quando o assunto é consciência, o quebra pau é feio entre psicólogos, neurocientistas e filósofos. É discordância pra todo lado por causa desse porco espinho teórico que ninguém entende muito bem ainda.

A consciência é aquela coisa que todo mundo sente, mas ninguém sabe explicar como funciona ou porque temos consciência. Outra dificuldade é que existem quase tantas definições do que é consciência quanto existem pessoas falando dela.

Geralmente ela é vista como a experiência de estar ciente de algo, tal como o ambiente à sua volta, você mesmo, os seus pensamentos ou sentimentos. Existem diferentes aspectos da consciência, tais como o conteúdo consciente e o estado de consciência. O conteúdo consciente envolve as informações das quais você está consciente em um determinado momento. Já o estado de consciência varia desde uma total inconsciência, como ocorre no coma, até a vigília alerta que você exibe quando está bem concentrado em algo. Quando alguém entra em coma, a pessoa não está desperta e nem exibe percepção consciente. O estado vegetativo é uma condição um pouco menos grave que o coma na qual a pessoa pode estar desperta em algum nível, mas sem percepção consciente das coisas. Alguns estudos têm mostrado que, embora a maioria dos pacientes vegetativos não apresentem sinais de consciência, alguns podem fugir um pouco dessa regra quando alguns truques científicos são usados. Em um estudo, foi pedido a um paciente em estado vegetativo que ele respondesse a uma série de perguntas simples, como por exemplo e o nome do pai dela era Thomas. Pra responder, o paciente devia pensar que estava jogando tênis caso a resposta fosse “sim” ou pensar que estava andando pela sua casa se a resposta fosse “não” para cada pergunta feita. O cérebro do paciente foi escaneado durante o estudo e os cientistas já sabiam que áreas deveriam ficar mais ativas se o paciente estivesse pensando que estava jogando tênis ou andando pela sua casa. Apenas com base na atividade cerebral do paciente, percebeu-se que ele foi capaz de responder corretamente as perguntas, o que mostrou que dentro daquele corpo imóvel ainda existia algum nível de consciência capaz de compreender e raciocinar. Ainda não entendemos muito bem o porquê temos consciência, mas uma teoria dentre várias que já foram propostas sugere que ela surgiu da nossa necessidade de entender as outras pessoas. Nossa espécie viveu em grupos menores de caçadores-coletores na maior parte do tempo em que existiu. Nesse contexto, entender, prever e influenciar o comportamento dos outros deve ter sido bem vantajoso e a consciência poderia ajudar nisso por permitir a integração de vários tipos de informação e que o nosso pensamento vá além da situação atual. A consciência nos permite refletir sobre eventos passados ou planejar ações futuras. Inclusive cerca de 30% dos pensamentos conscientes das pessoas não costumam estar ligados ao presente, mas sim ao passado ou ao futuro. Parece claro para os cientistas que a consciência resulta do funcionamento do cérebro, mas como exatamente isso acontece ainda não é tão claro. O córtex pré-frontal e o córtex cingulado anterior são partes do cérebro ligadas à consciência. Quando raciocinamos ou pensamos de forma consciente sobre algo, essas áreas costumam ficar mais ativas, assim como algumas outras. Isso indica que elas tem algum papel no pensamento consciente, resta entender melhor qual ou quais são esses papéis.

O tálamo também é importante e danos nele podem levar alguém ao coma, embora o coma também possa ser induzido de outras formas. No final das contas, nenhuma parte isolada do cérebro parece ser a única responsável pela consciência. A consciência é ao mesmo tempo um dos fenômenos mais familiares e menos compreendidos por nós, mas, se depender dos cientistas, o mistério em torno desse tema deve se tornar cada vez menor.
https://super.abril.com.br/ciencia/o-que-e-a-consciencia-humana/

Ansiedade Generalisada

O mesmo cérebro que te dá o dom de antever ameaças futuras e salvar a sua pele também pode soar alarmes falsos e te deixar excessivamente preocupado com as coisas. Hoje vou falar um pouco sobre preocupações excessivas. A preocupação é o cerne do transtorno de ansiedade generalizada. Mas não estou falando aqui das preocupações que as pessoas têm todos os dias e que são inclusive muito úteis, e sim de preocupações que são excessivas, persistentes, recorrentes e desproporcionais aos que as despertou.

A pessoa que vive essa condição tem preocupações na maioria dos dias e por um longo período de tempo, tal como mais de 6 meses. Quando tenta controlar essa preocupação, ela tem dificuldades, e a preocupação pode resultar em inquietação, irritação, dificuldade para dormir e em se concentrar. A preocupação pode ser sobre diferentes assuntos, tais como dinheiro, saúde ou trabalho, e pode atrapalhar seus relacionamentos, dificultar sua atuação profissional, te incapacitar a fazer atividades cotidianas e causar muito sofrimento.

Pessoas que vivem essa condição tendem a desenvolvê-la em torno dos 30 anos e grande parte da chance de alguém desenvolver essa condição parece estar ligada aos genes ou à experiências negativas ao longo da vida. Muitos cientistas acreditam que essas pessoas se  envolvem em preocupações excessivas porque, sem perceber, preferem sustentar o estado de angústia, já que ele teoricamente poderia deixá-las mais preparadas emocionalmente para lidar com ameaças futuras. Se manter em um estado de angústia também dificulta que a pessoa viva mudanças emocionais mais extremas do que se ela não estivesse angustiada, então, para essas pessoas, a preocupação pode ter muito mais a função de evitar variações emocionais drásticas do que de reduzir emoções negativas em si. Mudanças emocionais mais drásticas, tais como ir de uma emoção positiva para uma muito negativa, por exemplo, podem ser bem  mais desagradáveis para pessoas vivendo esse transtorno, já que elas tendem a sentir as emoções de forma mais intensa. Além disso, para a maioria das pessoas, viver uma experiência negativa tende a ser mais desagradável ainda se for precedida por uma experiência positiva do que se for precedida por uma experiência negativa. Esse contraste entre estar bem e de repente estar muito mal acaba sendo atenuado quando você já está mais angustiado por uma boa parte do tempo por causa de preocupações excessivas.

O problema é que essa estratégia prolonga experiências negativas e traz outros efeitos colaterais, tais como maiores chances de desenvolver problemas ligados à depressão, outros transtornos de ansiedade, abuso de substâncias e doenças cardiovasculares, por exemplo. Assim como é o caso da maioria dos transtornos mentais, o tratamento do transtorno de ansiedade generalizada tende a se basear principalmente na psicoterapia e pode envolver o uso de medicações. O tratamento mais adequado para uma pessoa deve ser determinado por um profissional qualificado para isso. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens que contam com mais evidências a seu favor no tratamento desse transtorno.

Stress

Você está sempre correndo? Trânsito, trabalho e estudo? Têm mais coisas a fazer do que hora do seu dia? Então preste atenção que é disso que eu vou falar agora.Stress!

Somos exigidos o tempo todo, e a velocidade com que temos que resolver as coisas e tomar decisões é cada vez menos. É frequente as pessoas têm que passar mais horas no trabalho no trânsito do que gostaria, dizemos que andamos estressados mas afinal de contas o que é o stress?  Imagine que você esteja andando na rua e se depare com um animal feroz, o seu corpo irá se preparar liberando uma série de hormônios e neurotransmissores para uma reação que nós chamamos de luta ou fuga. A pressão arterial irá subir o batimento cardíaco irá acelerar com o intuito de bombear mais sangue para os músculos para que você possa lutar ou fugir daquela situação de perigo. Nossos sentidos ficam mais aguçados e a mente mais alerta, as pressões do dia a dia metas, prazos, trânsito, provocam a mesma reação no seu corpo que você estivesse diante desse animal perigoso liberando,hormônios e neurotransmissores para essa reação de luta ou fuga. Se uma pessoa é constantemente exposta a essas reações, ela perde a capacidade de voltar ao estado de relaxamento e equilíbrio. E isso pode provocar várias doenças como asma, depressão, gastrite, infarto entre outras. Aqui vai o link da nossa revista parceira caso queira saber mais sobre esse temas e muito mais ligados a Psicologia!

Quais são os sinais de estresse que você deve notar?

Você está sempre cansado? Pessoas estressadas normalmente se queixam de ter uma falta de energia para realizar as suas atividades do dia a dia. Outra característica é que a pessoa já acorda cansada mesmo tendo dormido o tempo necessário. Você está tendo alterações de sono

insônia ou sono em excesso? Alterações do apetite também podem estar relacionadasao estresse e cada pessoa agem de um jeito algumas pessoas comem demais e outraspessoas não têm vontade de comer nada. Como está a sua capacidade de concentração pessoas estressadas se queixam que não consegue focar em nada num texto, numa leitura, numa conversa e como não prestam atenção como gostariam não se lembram um desses eventos como deveriam e isso traz uma alteração de memória que atrapalha no trabalho, atrapalha os estudos, atrapalha enfim em tudo. Você está muito irritado nem sempre a gente consegue perceber em sozinho por isso pergunta às pessoas ao seu redor se você anda mais tenso mais irritado discutindo sem muito motivo.

Como está o seu nível de prazer? A depender do nível de estresse a pessoa deixa de ter prazer atividades que antes lhe eram prazerosas, só para dar um exemplo a pessoa sempre gostou de futebol mas deixa de acompanhar os jogos ou de jogar bola. Ou sempre gostou de encontrar os amigos, mas ultimamente prefere ficar mais sozinho. Além dessas queixas existem outros sintomas que eu quero chamar a sua atenção, pois nem todos sabem mas podem estar relacionados ao stress. Aumento da pressão arterial, tensão muscular que normalmente se manifestam com dor nas costas ou no pescoço, a pessoa em um alto nível de stress pode até mesmo travar as costas devido a espasmos musculares e não conseguir realizar as suas atividades, dores de cabeça que normalmente pioram no final do dia. Existem muitos problemas dermatológicos relacionados ao stress como psoríase, vitiligo, espinhas na pele, dermatiteatópica entre outros. É importante você saber que alterações na pele como manchas vermelhas coceira e até mesmo queda de cabelo pode ser o primeiro sinal do stress. Se você notou algumas dessas alterações é importante você agir muitas vezes não conseguimos agir sozinhos e precisamos de ajuda por isso procure um psicólogo ou psiquiatra. Cuidar da sua saúde deveestar sempre em primeiro lugar.Faça uma consulta médica você sabia que o stress relacionado ao trabalho tem um nome chama-se síndrome de bornout ou de esgotamento e que em certas profissões podem atingir até 30% dos trabalhadores incapacitando eles para o trabalho em causa e agrava diversas doenças, se você notou algum desses sintomas procure ajuda! Voltarei amanhã com mais dicas!

Dificuldade do dia a dia, no trabalho.

Você está tendo alguma dificuldade, desentendimentos ou brigas com os colegas da empresa? Então quero falar dele alguns passos importantes pra que a paz volte a reinar no ambiente de trabalho.

1º Não revele informações confidenciais: Quando estamos no meio de uma discussão de um conflito é ‘natural’ citarmos as

opiniões as impressões de afirmações de outras pessoas, só pra fortalecer os nossos argumentos. Revelar durante uma discussão coisas que nos foram ditas em segredo, significa trair essa confiança. Trair a confiança de uma pessoa durante uma discussão causa prejuízos duradouros à sua própria reputação e também aos seus relacionamentos.

2º Não responda com a mesma moeda: Muitas discussões e conflitos são causados por imaturidade e não levam a nada.Se alguém chutar você ou colocaram em dúvida o seu caráter, não responda da mesma forma. Entenda que se você responder a um tolo você se tornará também um tolo. Desmascare os argumentos, sem ofender outra pessoa e se ela não for receptiva,  simplesmente va embora deixe que ela sofra as conseqüências a própria tolice.  3º Nunca prolongue uma discussão: Uma discussão  todos querem ter a última palavra, ou dá um golpe final sem lenha a o fogo se apagar sem difamador a briga se acaba.

Uma boa dica é acusar um tom de voz brando com palavras gentis para apaziguar a tensão do conflito, quanto mais se provar uma discussão maior ela fica em mais danos ela causa. Pare de jogar lenha na fogueira e cesse de vez a discussão.

 De um presente inesperado:  Dois colegas de trabalho tiveram os seus ânimos alterados durante apresentação de um projeto a moça ficou com muita raiva. No dia seguinte ela chegou no seu trabalho encontro sobre a sua mesa um pequeno presente e um cartão pendurado na parede  dizendo “Desculpa por ontem” imediatamente a sua raiva desapareceu e eles voltaram a ser amigos, e olha que não precisa ser necessariamente um presente.

Mais informações sobre esse tema aqui!

Me desculpe por ontem!

Um simples e-mail ou um pedido de desculpas já é mais que suficiente para acalmar os ânimos.
http://www.cienciasecognicao.org/

Compulsão por comida.


Você come descontroladamente? Já não aguenta mais enfiar o pé na jaca? Tá sempre querendo emagrecer, dá três passos para frente mas de repente vem o final de semana ou você passar aquele nervoso passa aquela raiva come mais que tudo e quando vê tem aquela sensação horrível que mais uma vez colocou tudo a perder? Se sentiu o fracasso, um arraso e a culpa acaba sendo sempre a sua companheira? Muito bem, que bom que você tá aqui porque eu quero te auxiliar a resolver isso. Eu sou psicólogo especialista em emagrecimento e compulsão alimentar e a gente vai conversar eu vou compartilhar contigo 3 dicas para você saber a compulsão alimentar, pela perspectiva da Psicologia. Ok?
Olha só preciso te dizer que a terceira a dica é a mais importante, se você tem também aquela amiga que tá sempre enchendo o pé na jaca, que reclama contigo aí coloquei tudo a perder meu final de semana Comi demais agora é hora de você Compartilhar esse texto com ela. A primeira dica que eu quero te dar, para você resolver a tua compulsão alimentar é a seguinte: Pergunta quando você come o que que você tá fazendo? Aí quando eu tô comendo eu tô comendo, isso seria o correto isso é o que eu quero te sinalizar aqui. Porque a grande maioria das pessoas que tem compulsão alimentar quando elas estão comendo elas não estão apenas comendo, elas estão vendo televisão elas estão comendo então no celular, elas estão comendo estão dirigindo, estão comendo e sempre estão fazendo outras coisas.
É péssimo quando você come está fazendo outra coisa ao mesmo tempo, porque não dá tempo do teu estomago mandar o comando para o teu cérebro que você já comeu o suficiente, que a hora de parar se come rápido você tá comendo e tá se distraindo no celular, na televisão, dirigindo e quando percebe Comeu demais. Então quando você for comer apenas coma, deixa o celular do lado desliga a televisão e presta atençãono que tá comendo. Até porque é interessante as pessoas que falam assim : Eu gosto muito de comer e é por isso que eu como demais.E se você realmente é como minhas clientes que falam isso que gosta muito de comer é mais uma razão para quando você for apenas comer. Então saboreie o que você está comendo, observe o que você tá comendo, sabe deguste procure comer devagar e você vai perceber como você vai ficar satisfeita não precisando comer grandes quantidades. As pessoas que gostam de comer de verdade, são aquelas que estão ali ó saboreando a comida curtindo a comida, aquele chocolate, então isso é muito importante. Essa é a primeira dica, Somente Coma! Então você vai deixar o celular do lado, não vai estar mais dirigindo e comendo andando e comendo Ok?
A segunda dica é, esqueça a ideia de controle. Se você quer verdadeiramente resolver a tua compulsão alimentar, a primeira coisa é essa idéia que tem que controlar o que come. Controle não dá certo para ninguém ,se o seu marido falar no amigo dele aí: Muito bem, eu controlo muito bem a minha esposa. Éu aposto que você não ia gostar desse comentário. Se a tua mãe dissesse eu controlo tão bem a minha filha…agora se o seu marido, seu namorad,o a tua mãe dissesseas sim ,eu me relaciono muito bem com ela! Não muda? Então da mesma forma essa dica é muito importante considerar você tem que ter uma boa relação com a comida não é controlar a comida.Tem pessoas que acabam deixando a compulsão mais acentuada porque elas evitam que eu não posso comer isso eu não posso comer aquilo, nunca mais vou comer aquilo e sabe o que acontece? Quando você fala não, o teu cérebro fica com mais vontade ainda de comer. É verdade, quando a gente fala não para alguma coisa tá lá no fundinho da cabeça que aquilo égostoso, aquilo é bom. Isso atrapalha muito a tua relação com a comida. Então procure se relacionar com os alimentos, procure estar presente na hora que você esqueça a idéia de controle a idéia das Dietas restritivas, não posso comer isso, comer aquilo e evitando as coisas a gente não resolve não a gente resolve se relacionando, então não é evitar o que vai comer é olhar para aquilo e construir uma relação saudável. Eu sei que talvez hoje, essa relação esteja prejudicada e por isso ela não descontrola e você se descontrola exatamente porque você fica controlando, não posso comer, faz mal vou engordar isso atrapalha muito. Então imagine comigo imagine uma criança, olha não mexe naquela gaveta tá naquela gaveta tem coisa que não pode ver não é para você eu não quero que você chegue perto daquela gaveta.Você sabe o que vai acontecer quando esse adulto sai de perto? A criança vai naquela gaveta, é óbvio que ela vai ficar mobilizada porque disse não pode não vai lá não olhe não é para você não é para criança e ela vai lá olhar então da mesma forma é o que acontece com a tua cabeça não como a chocolate não pode sorvete não come aquilo não fica lá no fundinho da cabeça. Então abandona a idéia do controle não é controlar é se relacionar não é evitando que a gente resolve um problema . Se você tem uma pessoa que você tem uma relação difícil, tem algum conflito com ela não é evitá-la que você vai resolver o conflito, você resolve quando vai cara quando você se relaciona. Faça isso então com a comida com os alimentos!
Então a terceira grande dica que é a seguinte: Que come ao invés de você ficar preocupada com o que eu vou comer o que eu não vou comer, a idéia não é mudar o que se come mas é mudar quem come. E por isso é muito importante essa terceira dica. Porque quem tem descontrole com a comida quem padece da compulsão alimentar, geralmente têm emoções que não linda muito bem então tá estressado vai para comida tá cansada vai comer tá triste vai comer tá muito alegre eufórica também vai comer, qualquer sentimento leva para comida. Isso quer dizer o que que possívelmente você tenha dificuldade para lidar com suas emoções para lhe dar o que você sente, quando você sente uma coisa vem um pensamento x que é comida nesse sentido fica comigo que eu quero ver mudar você é fundamental para que você não tem esse vício na comida. Não adianta mudar o que come, aí só vou comer coisas saudáveis não é isso não é mudar o que comi minha gente, é mudar quem come em outras palavras procure ter mais equilíbrio emocional, procure olhar a tua vida de uma forma diferente resolver os seus conflitos internos, lidar com a realidade como ela é porque vai ficar mais facilitado a tua relação com a comida. Pessoas que tem compulsão alimentar tem descontrole com a comida geralmente São pessoas que não estão lidando bem com as suas realidades de vida e buscam refúgio na comida a comida vem como um jeito de entorpecer uma realidade que dói. Então tem alguma coisa que tá acontecendo não tá legal ou tá legal demais e eu vou para comida.Então essa terceira dica é importante, mude quem come ao invés de mudar apenas o que você come.Muito obrigado e em breve eu venho com mais artigos!
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